Scroll down for English Começo pelo que aprendi a achar normal sem nunca ter concordado. Um homem casado, consideravelmente mais velho, engravida uma mulher mais nova. A vida dela vira do avesso. A dele, não — não necessariamente. Ele não é obrigado a nada, a menos que exista um processo, um exame de DNA, uma decisão que o nomeie pai à força. E aí vem a parte que mais me incomoda: nomeado, ele passa a ter direitos. Direitos sobre uma criança que ele não quis assumir quando as